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Presidente substituto da FUNARTE assinou manifesto contra Bolsonaro

Marcos Teixeira Campos, que substituiu Dante Mantovani após Regina Duarte tomar posse, é um dos artistas progressistas do mundo todo que assinaram manifesto contra o presidente

No mês de fevereiro, um grupo de artistas de esquerda de vários países assinou um manifesto contra o que chamam de “escalada autoritária” no governo brasileiro. Mesmo não tendo atentado contra nenhuma instituição democrática, inclusive na área cultural, Bolsonaro sofre forte pressão de nomes que apoiam o establishment globalista, pois faz parte de um grupo de estadistas como Donald Trump, Viktor Orban, Benjamin Netanyahu e outros, que não se curvam aos desmandos de organismos supranacionais, como as Nações Unidas e as fundações bancadas por metacapitalistas bilionários como George Soros, Bill Gates e as famílias Clinton, Rockfeller e Rotschild.

Até aqui nenhuma novidade. Porém, ao analisarmos a lista que subscreve o documento, encontramos o nome de Marcos Teixeira Campos. Esse nome lhe é familiar?

Marcos Teixeira Campos foi nomeado como presidente substituto da FUNARTE no dia em que o titular Dante Mantovani foi demitido por Regina Duarte. Desde que assumiu a Secretaria Especial de Cultura, a atriz global demitiu todos os conservadores olavistas que ocupavam cargos importantes, como o já citado maestro Dante Mantovani, o cantor lírico Camilo Calandreli, que estava à frente da Secretaria de Fomento e Incentivo à Cultura, o professor Reynaldo Campanatti, que estava à frente da Secretaria de Economia Criativa, entre outros. Após a etapa de expurgo daqueles que verdadeiramente apoiam o presidente, Regina passou a nomear pessoas da esquerda progressista ligados ao PSOL e outros movimentos anti-bolsonaristas. Como se não bastasse tudo isso, Marcos foi também coordenador da área de circo da FUNARTE durante o governo Lula.

Junto à pasta da Educação, a Cultura é o coração da Guerra Cultural que está sendo travada no Ocidente. Entregar esse nicho de mãos beijadas aos progressistas, que dão o sustentáculo ideológico ao globalismo, depois de décadas de luta para tomá-lo deles, é uma jogada no mínimo duvidosa. Repasse essa informação. Não podemos nos calar diante de tamanho descalabro!

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Davi Valukas

Davi Samuel Valukas Lopes nasceu no dia 06 de setembro de 1985, na cidade de Araraquara, no interior paulista. Filho de um trombonista, começou os estudos musicais no saxofone em 1996 na Congregação Cristã no Brasil, onde toca até os dias de hoje. Tornou-se instrutor musical na mesma igreja no ano de 2002, até o ano de 2016. Estudou piano clássico por quatro anos e guitarra blues por um ano. Ministrou oficinas de musicalização de 2009 a 2012 pela Secretaria Municipal de Cultura de Araraquara. Foi um dos fundadores de um projeto de musicalização infantil na periferia da cidade, no Jd. das Hortências, chamado Família Afro Son. Trabalhou na composição e interpretação da trilha sonora de espetáculos de dança junto com outros músicos de Araraquara. Mudou-se para Uberlândia, no Triângulo Mineiro, em 2012. Na cidade, ministrou aulas de saxofone e teoria musical, tocou um ano e meio na Jazz Band Ladário Teixeira e atuou na área de Treinamento e Educação Corporativa de 2016 a 2019. Monarquista convicto, é co-fundador do Círculo Monárquico de Uberlândia. É graduado em Gestão de Recursos Humanos e pós-graduado em Docência.

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