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Os túneis de Nova Iorque e o tráfico internacional de seres humanos

Enquanto o mundo discute sobre o COVID-19, a quarentena vertical e a horizontal, um assunto gravíssimo foi ignorado pelo mainstream midiático, pois esse tipo de informação você só encontra na Deep Web ou em veículos independentes. Trata-se da descoberta de um túnel subterrâneo na cidade de Nova Iorque, no dia 2 de abril, que vai do porto da cidade até o prédio da Fundação Clinton.

Nesse túnel, com diversas galerias gigantescas, havia milhares de crianças, muitas delas mortas, presas em grandes gaiolas. Não, você não leu errado. Milhares de crianças estavam presas como se fossem animais, com sinais de abusos sexuais e canibalismo. Cogita-se inclusive que muitas delas viravam alimento para as outras quando morriam.

Para socorrer essas crianças, o presidente americano Donald Trump enviou dois navios para o porto da cidade, chamados Comfort e Mercy, ambos contendo os melhores equipamentos hospitalares possíveis.

Essa bizarra notícia acende a luz amarela duas questões importantes: O tráfico de pessoas e a rede mundial de pedofilia. O envolvimento de figuras importantes no caso é impossível de ser descartado, dadas as proporções da estrutura encontrada. Além disso, o facto de o túnel desembocar no prédio da Fundação Clinton torna o caso mais intrigante ainda!

Para informações mais detalhadas sobre o caso, assista aos dois vídeos que seguem abaixo.

Vídeo 1

Vídeo 2

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Davi Valukas

Davi Samuel Valukas Lopes nasceu no dia 06 de setembro de 1985, na cidade de Araraquara, no interior paulista. Filho de um trombonista, começou os estudos musicais no saxofone em 1996 na Congregação Cristã no Brasil, onde toca até os dias de hoje. Tornou-se instrutor musical na mesma igreja no ano de 2002, até o ano de 2016. Estudou piano clássico por quatro anos e guitarra blues por um ano. Ministrou oficinas de musicalização de 2009 a 2012 pela Secretaria Municipal de Cultura de Araraquara. Foi um dos fundadores de um projeto de musicalização infantil na periferia da cidade, no Jd. das Hortências, chamado Família Afro Son. Trabalhou na composição e interpretação da trilha sonora de espetáculos de dança junto com outros músicos de Araraquara. Mudou-se para Uberlândia, no Triângulo Mineiro, em 2012. Na cidade, ministrou aulas de saxofone e teoria musical, tocou um ano e meio na Jazz Band Ladário Teixeira e atuou na área de Treinamento e Educação Corporativa de 2016 a 2019. Monarquista convicto, é co-fundador do Círculo Monárquico de Uberlândia. É graduado em Gestão de Recursos Humanos e pós-graduado em Docência.

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