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Os dois pesos e duas medidas de Hillary Clinton

Quando um homem que se autodeclara ecofascista e ambientalista invadiu uma mesquita na Nova Zelândia, matando cerca de 50 muçulmanos (ato evidentemente repugnante), Hillary Clinton fez uma postagem em seu Twitter dizendo que seu coração estava quebrado por conta do terrorismo contra a comunidade muçulmana pelo mundo. Além disso, Hillary enfatizou que o facto estava ligado a supremacistas brancos terroristas.

Hoje, após os atentados terroristas executados por jihadistas muçulmanos em igrejas e um hotel do Sri Lanka, matando 200 cristãos em plena Páscoa, Hillary voltou ao Twitter para prestar condolências. Mas o que chama a atenção é a diferença no uso das palavras. Enquanto a ex-candidata à presidência pelo Partido Democrata, derrotada por Donald Trump em 2016, enfatizou com todas as letras o seu aquebrantamento em prol dos islâmicos do mundo, a twittada de hoje foi bem mais lacônica, sem citar cristãos ou jihadistas. Pelo contrário, Hillary enfatizou que a Páscoa é celebrada por “muitas fés”, sem dizer quem foram os responsáveis.

Hillary mais uma vez deixou clara a agenda de seus correligionários do partido de esquerda americano, e mesmo em um dos muitos casos de cristofobia que infelizmente já viraram rotina, conseguiu tirar o foco dos verdadeiros terroristas. Pode parecer uma bobagem, mas a novilíngua e o politicamente correcto são claros ao delinear um novo padrão linguístico progressista.

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Davi Valukas

Davi Samuel Valukas Lopes nasceu no dia 06 de setembro de 1985, na cidade de Araraquara, no interior paulista. Filho de um trombonista, começou os estudos musicais no saxofone em 1996 na Congregação Cristã no Brasil, onde toca até os dias de hoje. Tornou-se instrutor musical na mesma igreja no ano de 2002, até o ano de 2016. Estudou piano clássico por quatro anos e guitarra blues por um ano. Ministrou oficinas de musicalização de 2009 a 2012 pela Secretaria Municipal de Cultura de Araraquara. Foi um dos fundadores de um projeto de musicalização infantil na periferia da cidade, no Jd. das Hortências, chamado Família Afro Son. Trabalhou na composição e interpretação da trilha sonora de espetáculos de dança junto com outros músicos de Araraquara. Mudou-se para Uberlândia, no Triângulo Mineiro, em 2012. Na cidade, ministrou aulas de saxofone e teoria musical, tocou um ano e meio na Jazz Band Ladário Teixeira e atua desde 2016 na área de Treinamento e Educação Corporativa. Monarquista convicto, é co-fundador do Círculo Monárquico de Uberlândia. É graduado em Gestão de Recursos Humanos.

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