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O caos financiado pela Open Society Foundation

Entidade fundada e gerida por George Soros tem sido o cofrinho de movimentos que promovem desordem e caos

Ontem eu dei uma navegada pelo site da Open Society Foundation, entidade filantrópica fundada e gerida por George Soros e seu filho, Alexander Soros. Lá eles detalham todos os investimentos realizados pela fundação em prol de uma “sociedade aberta e sem fronteiras”.

Parte significativa dos investimentos vai para o que eles chamam de “movimentos independentes que lutam pela democracia”, forma bonitinha de dizer que investem em ONG’s abortistas, grupos terroristas e outras guerrilhas similares.

Somente neste ano a fundação pretende injetar 140 milhões de dólares nesse tipo de organização voltada à desordem social e cultural. Só na América Latina serão 9 milhões de dólares (tudo detalhado no site da fundação).

Cabe lembrar que George Soros ficou bilionário através da especulação financeira, fomentando e lucrando com a quebra de países e até continentes. Só na Inglaterra ele faturou 1 bilhão de dólares em 1993, ajudando a quebrar o banco central daquele país.

Os metacapitalistas, seleto grupo de bilionários que estão acima das leis de mercado e injetam grana pesada em movimentos que causam desordem e ferem a livre iniciativa, são o câncer do Ocidente. O resultado disso será a implantação do globalismo e o fim das soberanias nacionais.

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Davi Valukas

Davi Samuel Valukas Lopes nasceu no dia 06 de setembro de 1985, na cidade de Araraquara, no interior paulista. Filho de um trombonista, começou os estudos musicais no saxofone em 1996 na Congregação Cristã no Brasil, onde toca até os dias de hoje. Tornou-se instrutor musical na mesma igreja no ano de 2002, até o ano de 2016. Estudou piano clássico por quatro anos e guitarra blues por um ano. Ministrou oficinas de musicalização de 2009 a 2012 pela Secretaria Municipal de Cultura de Araraquara. Foi um dos fundadores de um projeto de musicalização infantil na periferia da cidade, no Jd. das Hortências, chamado Família Afro Son. Trabalhou na composição e interpretação da trilha sonora de espetáculos de dança junto com outros músicos de Araraquara. Mudou-se para Uberlândia, no Triângulo Mineiro, em 2012. Na cidade, ministrou aulas de saxofone e teoria musical, tocou um ano e meio na Jazz Band Ladário Teixeira e atuou na área de Treinamento e Educação Corporativa de 2016 a 2019. Monarquista convicto, é co-fundador do Círculo Monárquico de Uberlândia. É graduado em Gestão de Recursos Humanos e pós-graduado em Docência.

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