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O que está por trás da campanha de difamação contra Olavo de Carvalho?

Por Dante Mantovani

Após as eleições de Outubro de 2018 que confirmaram Jair Bolsonaro o 38º Presidente do Brasil, a grande mídia e a imprensa marrom (esquerdistas até à medula) – que até então faziam tremendo esforço para ocultar a existência de Olavo de Carvalho – passam então a falar ostensiva e pejorativamente do Filósofo e Professor radicado na Virgínia desde 2005.

Tal fenômeno diz muito sobre o status quo da mídia ativista tupiniquim: majoritariamente comandada por chefões comunistas desde a década de 1960, sua especialidade sempre foi criar a narrativa histórica que melhor conviesse às finalidades do partidão.

O movimento comunista, como ensina muito bem Olavo de Carvalho, é dotado de unidade de ação, continuidade histórica, variedade infinita e camaleônica de táticas, estratégias e ideologias. A imprensa marrom e grande mídia, literalmente tomadas de assalto pelo movimento comunista internacional, não faz outra coisa desde a década de 1960 que não reescrever a História do Brasil para ajustá-la a essas finalidades espúrias, das quais podemos destacar que o Brasil serviu nos anos de governo petista como financiador das piores ditaduras do mundo, como Cuba, Venezuela, Guiné Equatorial, Bolívia, Angola, China, Panamá e muitos outros regimes antidemocráticos.  Nenhuma palavra sobre isto foi dita na Grande Mídia, e agora está aí a “caixa-preta” do BNDES sendo aberta no governo Bolsonaro – o mesmo BNDES colocado a serviço de narcoditaduras na era lulo-dilmista, às quais dava dinheiro a fundo perdido na mesma medida em que negava dinheiro aos pequenos e médios empresários brasileiros. Segundo os justiceiros da mídia, os anos de Lula e Dilma à frente do Brasil representaram “grande avanço social”, quando o correto seria: “grande avanço do movimento comunista internacional”.

Para se ter ideia do modus operandi da Grande Mídia no Brasil, na década de 1990, o chefão comunista – com ingerência em dezenas de redações de órgãos da grande mídia – Milton Temer, decretou a todo o meio jornalístico a seguinte fatwa[1] Do Olavo de Carvalho não se fala”, mesmo Olavo tendo trabalhado em diversos desses grandes veículos dessa grande mídia amarronzada, como único jornalista “de direita”, dentre centenas de esquerdistas – o que por si já demonstra a exatidão do diagnóstico que diz ser a grande mídia brasileira comandada qualitativa e quantitativamente por comunistas até hoje.

Ninguém precisa perguntar ao sr. Milton Temer o que mudou em sua “sentença de morte” de lá para cá, pois nas manifestações que colocaram milhões de brasileiros nas ruas contra o esquema de poder narco-comuno-petista o grito de guerra unificador das massas era exatamente “Olavo tem Razão”. Não adianta tentar sufocar a verdade.

Primeiro tentaram calar o homem, depois tentaram ridicularizá-lo – esta foi a tarefa de tipos sub-letrados como Pirula, “Poeta e Ateu”, Maestro Bogs e tutti quanti -, em seguida, como não pudessem os áulicos proxenetas midiáticos calar as massas, então resolveram agora falar sobre Olavo de Carvalho.

Essa é a história que a grande mídia não conta, mas que todo brasileiro trabalhador sente na pele. Essa é a história contada por Olavo de Carvalho já há mais de 20 anos, quando no início da década de 1990 passou a denunciar ostensivamente a existência do Foro de São Paulo[2], enquanto a inteireza da grande mídia fez um monumental esforço para ocultá-lo, o que só caiu em 2005, quando o próprio chefão do esquema, o hoje presidiário e perene estuprador de cabritas Lula da Silva, num arroubo de soberba, deu com a língua nos dentes em cadeia nacional.

A partir daí ficou impossível continuar negando a existência do Foro de São Paulo, então o conjunto da Grande Mídia vassala do comunismo passou então a negar-lhe qualquer importância, no que foi mais uma vez desmentida pelos próprios chefes do esquema narco-comunista latino-americano, como Hugo Chávez, que se gabava continuamente nos anos 2000 de que o Foro de São Paulo chegara a governar 16 países da América Latina naquela época.

O que a Grande Mídia tem feito contra Olavo de Carvalho atualmente segue o mesmo script do esquema de ocultação do Foro de São Paulo: “como é impossível continuar fingindo que ele não existe, vamos agora destruir sua imagem e reputação por meio de milhares de ataques simultâneos”, aos quais é impossível materialmente responder um a um da maneira correta, ou seja, na esfera criminal, por se tratar em sua ampla maioria de ataques meramente difamatórios.

Outro aspecto interessante a se notar é que devido à ausência de substância intelectual e de capacitação técnica para o exercício do jornalismo, a grande mídia fatalmente centra-se rotineiramente em aspectos laterais tanto da obra de Olavo de Carvalho quanto de seus efeitos na atual realidade política brasileira.

As últimas entrevistas realizadas por esses órgãos com o filósofo, como as realizadas pela “Folha de São Paulo”, “Estadão” , “Veja”, “Época” e até a dinossáurica “Carta Capital”, centram-se nos mitos e lendas folclóricas expelidas por detratores secundários de Olavo, ao invés de abordarem minimamente algo de sua obra filosófica ou pedagógica.

Ao invés de discutirem os livros escritos por Olavo de Carvalho, suas apostilas, cursos, aulas, obras de seus alunos etc, que fazem os áulicos jornalistas decaídos[3]? Repetem ad nauseum as criancices de youtubers imberbes e subletrados, incapazes de ler e entender um artigo sequer do filósofo, quanto mais de ler e ser capaz de discutir um de seus livros.

No outro lado da mesma moeda, quanto aos efeitos da obra de Olavo, a grande mídia analisa seus resultados mais epidérmicos, como não seria de se estranhar, dado todo o contexto aqui desenhado.

São incapazes de minimizar ante feitos mais importantes, o simples fato de que dois ministros do Governo Bolsonaro foram indicados por Olavo – Ricardo Vélez, da Educação, e o Chanceler Ernesto Araújo, do Itamaraty. Ora, o trabalho de Olavo de Carvalho como professor, autor de livros, jornalista e educador simplesmente fez o Brasil acordar do sono letárgico socialista e ir para as ruas exigir que o Brasil voltasse para as mãos dos brasileiros.

Milhões e milhões de brasileiros nas ruas gritando “Olavo tem Razão” e exigindo a saída de uma presidente – o que foi efetivado – e a eleição de outro – o que também foi efetivado. Quem consegue juntar causa e efeito sabe muito bem que diante disto, a indicação de dois Ministros de Estado é algo pequeno e irrelevante, diante do todo da obra, e da criação da simples possibilidade objetiva da existência da candidatura de Jair Bolsonaro à Presidência da República.

Para quem tem dificuldades de leitura e interpretação de textos, vou dar uma ajudinha: sem o trabalho intelectual de Olavo de Carvalho, hoje Bolsonaro não seria Presidente do Brasil.

Sem o trabalho intelectual de Olavo de Carvalho e estaríamos sendo governados por Dilma Rousseff, numa versão tupiniquim da ditadura venezuelana, que só conseguimos imaginar em nossos piores pesadelos, e estaríamos usando os jornais e revistas citados neste artigo em lugar do papel higiênico.[4]

O que é a indicação de dois ministros diante desses e de outros feitos monumentais doravante expostos? O que é a indicação de dois ministros diante das milhares de pessoas que voltaram à Igreja Católica após se tornarem leitores ou alunos de Olavo de Carvalho? O que é a indicação de dois ministros diante da reconstrução de uma elite intelectual que há 40 anos não existia no Brasil? O que é a indicação de dois ministros diante dos milhares de livros que foram colocados em circulação no Brasil por empenho de Olavo, os quais sem sua ativa atuação jamais seriam conhecidos nestas plagas devido à censura totalitária exercida nos meios culturais e editorias pelo movimento comunista? O que é a indicação de dois ministros diante dos inúmeros cursos, escolas, centros de estudo, institutos culturais, veículos de mídia alternativos, candidaturas bem sucedidas ao poder legislativo e executivo, famílias reestruturadas, novos autores surgidos, tudo por efeito da obra civilizacional de Olavo de Carvalho? O que é a indicação de dois ministros diante da contribuição de Olavo para a Filosofia Brasileira, com sua teoria das 12 camadas da personalidade, do intuicionismo radical, da interpretação única e original de Aristóteles, Descartes, Maquiavel, Marx, Mário Ferreira dos Santos?

A imprensa brasileira se comporta como bugres selvagens da época do descobrimento do Brasil, com a diferença de que os silvícolas tinham muito mais respeito e deferência para com o Olavo de Carvalho daquela época: o Padre José de Anchieta, sem o qual não haveria hoje cultura nem civilização nesta Terra de Santa Cruz.

Portanto, o que está por trás da campanha de difamação ora movida contra Olavo de Carvalho?  Em primeiro lugar: uma tremenda incapacidade intelectual, regada à falta de humildade que impede os prosélitos da grande –  e velha – mídia de se imiscuírem nos estudos superiores, tão necessários às profissões que exigem algum esforço do intelecto. Em segundo, os esquemas de poder, notadamente o globalismo, o islamismo e o comunismo, que saíram derrotados nas últimas eleições brasileiras e alhures, não medirão esforços para destruir a fonte-mor de sanidade intelectual dêxtipaíx .

Todavia, será impossível a este espúrio consórcio difamatório atingir logro em seus objetivos, vez que os efeitos da obra de Olavo de Carvalho são avassaladores e perenes, o que pelas razões aqui expostas, seus detratores ainda são incapazes de compreender. A campanha de difamação tem o objetivo de reescrever a história, mas nós estamos mais do que habilitados a contá-la da maneira exata como foi escrita, porque nós alunos, leitores e amigos de Olavo de Carvalho, não tivemos nossas inteligências danificadas pelo meio-ambiente altamente degradante da incultura brasileira dos últimos 40 anos – graças ao esforço de nosso mestre, que dará ainda muitos frutos benéficos e saneadores ao Brasil, podem aguardar.

 

 

*Dante Mantovani é aluno do Curso Online de Filosofia de Olavo de Carvalho desde 2011, autor do livro “Ensaios Sobre a Música Universal – do Canto Gregoriano a Beethoven”, e Maestro.

[1] Sentença de morte proferida pelas altas autoridades eclesiásticas do mundo muçulmano contra os inimigos do islã

[2] Entidade estratégica composta por partidos de esquerda e organizações terroristas do continente latino-americano criado por Lula e Fidel Castro, e que chegou a governar 16 países da América Latina simultaneamente.

[3] Outrora acostumados aos círculos do poder, agora os jornalistas não têm mais tratamento privilegiado pelo novo governo, e seguem os mesmos trâmites dos pobres mortais, do que muito têm reclamado em seus veículos de mídia.

[4] O povo Venezuelano não sabe o que é papel higiênico há muitos anos, por obra e graça da ditadura comunista de Nicolás Maduro.

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Dante Mantovani

Dante Mantovani Maestro da Orquestra Jovem de Paraguaçu Paulista, Graduado em Música, Doutor em Estudos da Linguagem pela Universidade Estadual de Londrina, Formado em Regência Orquestral pela EFNL, da Espanha, é criador do Seminário de Música e Diretor do Festival de Música de Paraguaçu Paulista - SP desde sua fundação em 2017.

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5 Comentários

  1. Com certeza “Olavo tem razão”… Basta assistir alguns videos no seu canal do Youtube para constatar… Nunca mais bebo Pepsi porque ela é feita com fetos de bebês, vou começar a fumar, pq afinal isso faz bem para a saúde.. e por falar em saúde, vacina pra que, essas coisas matam as pessoas. Concorco com ele qnd ele refuta as leis de Newton e os postulados de Einstein, pq afinal, Olavo é superior a todos esses… Com certeza Olavo é o maior e melhor…

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