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O que a Ancine tem feito com o seu dinheiro

A Ancine, Agência Nacional do Cinema, transformou-se no pivô de uma polêmica (ou pelo menos é o que a mídia quer que pareça) desde que o presidente Jair Bolsonaro anunciou que havia a possibilidade de sua extinção ou transferência para Brasília, já que a Agência fica no Rio de Janeiro. O motivo estaria em polpudas verbas que estariam sendo liberadas para produções no mínimo duvidosas.

Ao entrar no site oficial do órgão, é possível verificar tais verbas. Seguem algumas delas:

– 1,5 milhão de reais para um documentário que pretende atacar Bolsonaro, vinculando-o aos “horrores da ditadura” (esse tema já rendeu muita grana à esquerda, e parece que continua rendendo);

– 7 milhões de reais para um documentário, que representa o país em um festival na Alemanha, que mostra como o Brasil vem “destruindo a floresta amazônica”. Cabe lembrar que a primeira-ministra daquele país, Angela Merkel, criticou recentemente nossa política ambiental, ocultando logicamente o facto de que a Alemanha desmatou praticamente 100% de suas florestas, enquanto nós temos talvez a política ambiental mais rígida do planeta! Seria mais uma forma de tentar convencer a comunidade internacional e os globalistas da ONU a tirarem a Amazônia de nós?!

– 3 milhões de reais para uma reality show (você não leu errado, prossiga) sobre transexuais no mundo da moda feminina, que será exibido pela TV a cabo (dinheiro do contribuinte alimentando a iniciativa privada).

Esses são apenas três exemplos. Nós poderíamos encher várias páginas com projetos financiados pelos pagadores de impostos e que visam combater as ideias e valores que elegeram o atual presidente da República.

Clique aqui para conhecer alguns projetos que você anda financiando.

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Davi Valukas

Davi Samuel Valukas Lopes nasceu no dia 06 de setembro de 1985, na cidade de Araraquara, no interior paulista. Filho de um trombonista, começou os estudos musicais no saxofone em 1996 na Congregação Cristã no Brasil, onde toca até os dias de hoje. Tornou-se instrutor musical na mesma igreja no ano de 2002, até o ano de 2016. Estudou piano clássico por quatro anos e guitarra blues por um ano. Ministrou oficinas de musicalização de 2009 a 2012 pela Secretaria Municipal de Cultura de Araraquara. Foi um dos fundadores de um projeto de musicalização infantil na periferia da cidade, no Jd. das Hortências, chamado Família Afro Son. Trabalhou na composição e interpretação da trilha sonora de espetáculos de dança junto com outros músicos de Araraquara. Mudou-se para Uberlândia, no Triângulo Mineiro, em 2012. Na cidade, ministrou aulas de saxofone e teoria musical, tocou um ano e meio na Jazz Band Ladário Teixeira e atua desde 2016 na área de Treinamento e Educação Corporativa. Monarquista convicto, é co-fundador do Círculo Monárquico de Uberlândia. É graduado em Gestão de Recursos Humanos.

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