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O COVID-19 e a mentalidade chinesa

No dia 13 de maio de 2002, portanto há 18 anos, Olavo de Carvalho ministrou uma palestra na Associação Comercial do Rio de Janeiro denominada “Criminalidade em ascensão: uma visão civilizacional”, na qual analisou o crescimento da criminalidade em países ocidentais com base em sua teoria das três correntes da Nova Ordem Mundial, a ocidental, a russo-chinesa e a islâmica, e na ideia das formas de poder.

Dentro desse contexto, Olavo defende que existem três, e apenas três formas de poder: econômico, político-militar e religioso. Qualquer outra forma de poder seria apenas um desdobramento destas.

Voltando às três correntes, cada uma delas dá ênfase em uma forma de poder, que doravante chamarei de mentalidade:

– os ocidentais (Ou clube de Bilderberg, formado pelas famílias bilionárias dos Estados Unidos e da Europa) têm a mentalidade econômica, ou economicista, já que são em sua maioria banqueiros de Wall Street, industriais ou gurus da tecnologia do Vale do Silício. O lucro, aliado ao protecionismo meta-capitalista, é sua linha de raciocínio principal;

– já os islâmicos, ao menos aqueles imbuídos em implantar o Califado Mundial (mesmo havendo divergências radicais internas), são conduzidos principalmente pela mentalidade religiosa, o que significa que todo teor político, ideológico e militante ligado a essa corrente estão sob a égide teocrática. Ao contrário do cristianismo, que tem a Bíblia como livro sagrado, o Islã tem o Alcorão, que é basicamente um livro de regras detalhadas para qualquer atividade humana. Há um “modo islâmico” de se fazer qualquer coisa que seja, inclusive de se fazer comércio (leia-se Economia), o que impossibilita completamente a existência de um Estado Laico. Na religião maometana, inclusive, é imoral prejudicar outro mussulmano, mas não é imoral prejudicar um não-mussulmano (em suma, um infiel), o que demonstra a supremacia da própria religião sobre todas as coisas;

– por fim, o bloco russo-chinês, remanescente do comunismo da Guerra Fria, é movido majoritariamente pela mentalidade político-militar, o que significa que tudo gira em torno de um centro gravitacional autoritário. A expansão e consolidação desse bloco está diretamente ligada à força militar, e a democracia liberal do Ocidente não faz nenhum sentido. O culto à personalidade dos ditadores é apenas um dos elementos de confirmação de tal ideia.

Trazendo os pontos acima elucidados para a realidade atual, que mescla saúde pública, guerra bio-psicológica, tolhimento das soberanias nacionais e das liberdades individuais de cidadãos do mundo todo (estratégia até então inédita), a cada dia fica mais claro que a peste chinesa não é algo acidental, mas criado em um laboratório da cidade de Wuhan, primeiro epicentro da pandemia. Essa tese ganhou mais força após declarações do Dr. Luc Montagnier, que descobriu o HIV, ganhador do Prêmio Nobel de medicina em 2008. Segundo ele, o vírus teria sido criado no Instituto de Virologia de Wuhan, mesclando antigas versões do Coronavírus a outros tipos de vírus, incluindo o HIV.

E é aqui que entra a tese das três formas de poder. Após apresentar queda significativa em seu Produto Interno Bruto em decorrência da pandemia, muitos se precipitaram em dizer que era um absurdo dizer que os chineses estariam envolvidos de alguma forma na criação do vírus, pois a terra do Dragão estava sendo prejudicada economicamente tanto quanto os países ocidentais. Porém, apesar de ainda haver muita nebulosidade no assunto por ele estar acontecendo exatamente agora, não podemos descartar a possibilidade de os chineses terem criado o vírus como arma biológica para expandir seu poderio no cenário da Guerra Comercial contra o Ocidente, ou mesmo como arma psicológica para criar um caos sem precedentes, com a conivência da Organização Mundial da Saúde, mesmo que haja prejuízos econômicos imediatos, haja vista que a mentalidade preponderante do bloco ao qual a elite de Pequim pertence é a político-militar, não a economicista.

Em suma, o que são alguns pontos percentuais no PIB perto de milhões de mortos pelo maoísmo antes e durante a Revolução Cultural, sem contar as dezenas de milhares de mortos anualmente pelo regime de Xi Jinping em campos de concentração e no tráfico de órgãos? Uma merreca, eu diria!

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Davi Valukas

Davi Samuel Valukas Lopes nasceu no dia 06 de setembro de 1985, na cidade de Araraquara, no interior paulista. Filho de um trombonista, começou os estudos musicais no saxofone em 1996 na Congregação Cristã no Brasil, onde toca até os dias de hoje. Tornou-se instrutor musical na mesma igreja no ano de 2002, até o ano de 2016. Estudou piano clássico por quatro anos e guitarra blues por um ano. Ministrou oficinas de musicalização de 2009 a 2012 pela Secretaria Municipal de Cultura de Araraquara. Foi um dos fundadores de um projeto de musicalização infantil na periferia da cidade, no Jd. das Hortências, chamado Família Afro Son. Trabalhou na composição e interpretação da trilha sonora de espetáculos de dança junto com outros músicos de Araraquara. Mudou-se para Uberlândia, no Triângulo Mineiro, em 2012. Na cidade, ministrou aulas de saxofone e teoria musical, tocou um ano e meio na Jazz Band Ladário Teixeira e atuou na área de Treinamento e Educação Corporativa de 2016 a 2019. Monarquista convicto, é co-fundador do Círculo Monárquico de Uberlândia. É graduado em Gestão de Recursos Humanos e pós-graduado em Docência.

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