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Nota sobre o antigo Ministério da Cultura e a nova Secretaria Especial de Cultura

O fim do MinC e da teta dos "artistas engajados"

A transformação do antigo Ministério da Cultura (MinC) em Secretaria Especial de Cultura,  subordinada ao Ministério da Cidadania, que também contará com as Secretarias Especiais dos Esportes e do Desenvolvimento Social, é um dos grandes acertos do novo governo. O foco da pasta deixa de ser a garantia do repasse de verbas a projetos ideologicamente enviesados e passa a ser a transmissão cultural como factor preponderante da formação integral do cidadão e, consequentemente, na abrangência da cidadania, junto aos esportes.

Quem assume a nova secretaria é o jornalista gaúcho Henrique Medeiros Pires, que tem ampla experiência na área cultural. Pires foi diretor do Departamento de Arte e Cultura da Universidade Federal de Pelotas (UFPel-RS), além de ter sido o criador dos cursos de Cinema & Animação e de Teatro da mesma instituição. O gaúcho atuou também como coordenador de diversos eventos, como feiras de livros, espetáculos de dança, artes visuais e teatro, além de ser um dos responsáveis pela preservação de sítios históricos em seu estado natal.

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Davi Valukas

Davi Samuel Valukas Lopes nasceu no dia 06 de setembro de 1985, na cidade de Araraquara, no interior paulista. Filho de um trombonista, começou os estudos musicais no saxofone em 1996 na Congregação Cristã no Brasil, onde toca até os dias de hoje. Tornou-se instrutor musical na mesma igreja no ano de 2002, até o ano de 2016. Estudou piano clássico por quatro anos e guitarra blues por um ano. Ministrou oficinas de musicalização de 2009 a 2012 pela Secretaria Municipal de Cultura de Araraquara. Foi um dos fundadores de um projeto de musicalização infantil na periferia da cidade, no Jd. das Hortências, chamado Família Afro Son. Trabalhou na composição e interpretação da trilha sonora de espetáculos de dança junto com outros músicos de Araraquara. Mudou-se para Uberlândia, no Triângulo Mineiro, em 2012. Na cidade, ministrou aulas de saxofone e teoria musical, tocou um ano e meio na Jazz Band Ladário Teixeira e atua desde 2016 na área de Treinamento e Educação Corporativa. Monarquista convicto, é co-fundador do Círculo Monárquico de Uberlândia. É graduado em Gestão de Recursos Humanos.

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