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Mudanças positivas no setor cultural têm participação de grupos conservadores

Reuniões no Ministério da Cidadania têm viabilizado novos horizontes para as belas-artes no país

As recentes mudanças que vêm ocorrendo na Secretaria Especial de Cultura, na Ancine e no Conselho Superior de Cinema não estão ocorrendo por acaso. Dois grupos conservadores tiveram recentemente uma reunião com o Ministro da Cidadania, Osmar Terra, para tratar do futuro do setor em nosso país.

A Cúpula Conservadora das Américas, criada como alternativa ao esquerdista Foro de São Paulo, e o Brasil 2100, criado para traçar e fomentar estratégias culturais sem o viés ideológico progressista, estiveram em Brasília com Osmar Terra, representados por nomes como o maestro Dante Mantovani, o médico Luciano Azevedo, a consultora Katiane Gouvêa, o curador Romildo Silva, entre outros A necessidade de uma guinada no financiamento público de filmes, espetáculos e eventos afins esteve na pauta. Obras de gosto duvidoso, que aviltam a família e os costumes do povo brasileiro, vendendo uma imagem libertina de nossa nação no exterior, devem ser substituídas por temáticas mais positivas, como a exaltação da Pátria e dos símbolos nacionais.

Além disso, as obras com viés político de esquerda, recheadas com a mais pura libertinagem, têm feito com que nossas obras de arte amarguem prejuízos milionários, tudo com dinheiro arrecadado em impostos. O resultado disso foi a nomeação de um membro do Ministério da Economia para o Conselho Superior de Cinema (órgão consultivo) e de um economista para a Secretaria Especial de Cultura. Ricardo Braga, o escolhido para o cargo, têm ampla experiência no setor bancário e financeiro, e terá a missão de otimizar o setor no que tange à viabilidade econômica.

Em síntese, os primeiros passos para um novo rumo para a Cultura e as Belas-artes no Brasil começaram a ser dados. Há muito a se fazer ainda, mas as perspectivas são promissoras!

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Davi Valukas

Davi Samuel Valukas Lopes nasceu no dia 06 de setembro de 1985, na cidade de Araraquara, no interior paulista. Filho de um trombonista, começou os estudos musicais no saxofone em 1996 na Congregação Cristã no Brasil, onde toca até os dias de hoje. Tornou-se instrutor musical na mesma igreja no ano de 2002, até o ano de 2016. Estudou piano clássico por quatro anos e guitarra blues por um ano. Ministrou oficinas de musicalização de 2009 a 2012 pela Secretaria Municipal de Cultura de Araraquara. Foi um dos fundadores de um projeto de musicalização infantil na periferia da cidade, no Jd. das Hortências, chamado Família Afro Son. Trabalhou na composição e interpretação da trilha sonora de espetáculos de dança junto com outros músicos de Araraquara. Mudou-se para Uberlândia, no Triângulo Mineiro, em 2012. Na cidade, ministrou aulas de saxofone e teoria musical, tocou um ano e meio na Jazz Band Ladário Teixeira e atua desde 2016 na área de Treinamento e Educação Corporativa. Monarquista convicto, é co-fundador do Círculo Monárquico de Uberlândia. É graduado em Gestão de Recursos Humanos.

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