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Irmão de diretor do filme ‘Lula, o filho do Brasil’ é membro do Conselho Superior de Cinema em pleno governo Bolsonaro

O diretor de cinema Bruno Barreto, que dirigiu filmes como “O que é isso companheiro”, que demonizava os militares e glamourizava atos terroristas, como o sequestro do embaixador americano nos anos 70, é membro do Conselho Superior de Cinema, órgão vinculado à Secretaria Especial de Cultura, à Ancine e ao Ministério da Cidadania.

Criado em 2001 por Fernando Henrique Cardoso e oficializado em 2003 por Lula, entre as suas competências estão a formulação da política nacional do cinema, a aprovação de diretrizes gerais para o desenvolvimento da indústria audiovisual e o estímulo à presença do conteúdo brasileiro nos diversos segmentos de mercado.

Bruno é irmão do também cineasta Fábio Barreto, que ficou conhecido por dirigir o filme “Lula, o filho do Brasil”, e filho de Luiz Carlos Barreto, que produziu a cine-biografia do petista. O longametragem contou na época (2009, ano em que o PT ainda estava no poder) com o patrocínio das empreiteiras Odebrecht, OAS e Camargo Corrêa, todas envolvidas em escândalos trazidos a público pela operação Lava-Jato.

O atual Conselho Superior de Cinema foi escolhido em dezembro do ano passado, no apagar das luzes da gestão Michel Temer.
 

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Davi Valukas

Davi Samuel Valukas Lopes nasceu no dia 06 de setembro de 1985, na cidade de Araraquara, no interior paulista. Filho de um trombonista, começou os estudos musicais no saxofone em 1996 na Congregação Cristã no Brasil, onde toca até os dias de hoje. Tornou-se instrutor musical na mesma igreja no ano de 2002, até o ano de 2016. Estudou piano clássico por quatro anos e guitarra blues por um ano. Ministrou oficinas de musicalização de 2009 a 2012 pela Secretaria Municipal de Cultura de Araraquara. Foi um dos fundadores de um projeto de musicalização infantil na periferia da cidade, no Jd. das Hortências, chamado Família Afro Son. Trabalhou na composição e interpretação da trilha sonora de espetáculos de dança junto com outros músicos de Araraquara. Mudou-se para Uberlândia, no Triângulo Mineiro, em 2012. Na cidade, ministrou aulas de saxofone e teoria musical, tocou um ano e meio na Jazz Band Ladário Teixeira e atuou na área de Treinamento e Educação Corporativa de 2016 a 2019. Monarquista convicto, é co-fundador do Círculo Monárquico de Uberlândia. É graduado em Gestão de Recursos Humanos e pós-graduado em Docência.

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