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Finalmente um conservador no comando da Cultura

Roberto Alvim traz novo fôlego ao setor mais aparelhado pela esquerda

Duas notícias sacudiram o mundo das políticas culturais. A primeira delas foi a saída da Secretaria Especial de Cultura do Ministério da Cidadania para ser realocada no Ministério do Turismo. Quando o presidente Jair Bolsonaro anunciou o fim do antigo MinC e a criação da Secretaria Especial de Cultura, alocando-a na pasta de Osmar Terra, eu escrevi uma nota neste mesmo site comemorando, pois além do enxugamento de verbas, teríamos a promoção de Cultura vinculada à cidadania. Contudo, as coisas não andaram tão bem quanto o imaginado, havendo uma rápida troca de secretários nos primeiros meses de governo, com a saída de Henrique Pires e a entrada de Ricardo Braga, que ficou pouco tempo na gestão da área.

Com a ida da Secretaria para o Ministério do Turismo, abre-se a possibilidade de fomentação do setor como um atrativo, um cartão de visitas do país, agregando-se valor comercial ao patrimônio histórico e artístico Nacional, sem a perda de valor humanístico inerente às belas-artes.

A segunda notícia já foi adiantada no início do texto, ou seja, a saída do secretário especial Ricardo Braga. Em seu lugar assume o até então diretor de artes cênicas da Funarte, Roberto Alvim, que tem um notório trabalho de resgate dos clássicos da dramaturgia e é um conservador e ardoroso defensor da Alta Cultura e da erudição!

Alvim foi vítima de perseguição no meio artístico após se declarar cristão e conservador. Há pouco tempo, ele conclamou os conservadores do país a se unirem em prol da guerra cultural, historicamente dominada pela esquerda e pelo viés progressista.

A nomeação de Alvim traz grande alento a quem busca uma reorientação nacional, já que a vitória do presidente Bolsonaro não representa necessariamente a restituição dos valores civilizacionais que estávamos perdendo com sucessivos governos de viés progressista e esquerdista revolucionário. Se Jair Messias é o capitão que conduz o Brasil rumo a novos mares, Roberto Alvim é o capitão que tem a missão de reorganizar a Cultura, reencaminhar as belas-artes e desaparelhar o setor mais estratégico e mais infectado da máquina pública!

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Davi Valukas

Davi Samuel Valukas Lopes nasceu no dia 06 de setembro de 1985, na cidade de Araraquara, no interior paulista. Filho de um trombonista, começou os estudos musicais no saxofone em 1996 na Congregação Cristã no Brasil, onde toca até os dias de hoje. Tornou-se instrutor musical na mesma igreja no ano de 2002, até o ano de 2016. Estudou piano clássico por quatro anos e guitarra blues por um ano. Ministrou oficinas de musicalização de 2009 a 2012 pela Secretaria Municipal de Cultura de Araraquara. Foi um dos fundadores de um projeto de musicalização infantil na periferia da cidade, no Jd. das Hortências, chamado Família Afro Son. Trabalhou na composição e interpretação da trilha sonora de espetáculos de dança junto com outros músicos de Araraquara. Mudou-se para Uberlândia, no Triângulo Mineiro, em 2012. Na cidade, ministrou aulas de saxofone e teoria musical, tocou um ano e meio na Jazz Band Ladário Teixeira e atuou na área de Treinamento e Educação Corporativa de 2016 a 2019. Monarquista convicto, é co-fundador do Círculo Monárquico de Uberlândia. É graduado em Gestão de Recursos Humanos e pós-graduado em Docência.

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