Política

Diretor-Geral da OMS contribuiu para a propagação do vírus chinês

Ligado a Bill Clinton, Xi Ji Ping e a toda esquerda mundial, Tedros Adhanom está literalmente mandando nos governadores brasileiros que se rebelaram contra Bolsonaro

O Presidente da OMS – Organização Mundial da Saúde, o etíope Tedros Adhanom Ghebreyesus, contribuiu para a propagação do vírus chinês (COVID19) pelo mundo, mediante suas ações irresponsáveis, e agora posa de autoridade mundial no combate à mesma praga que ajudou a propagar.

É o que aponta relatório do site globalresearch.ca , especializado no rastreamento das ações globalistas ao longo do mundo, principalmente porque o etíope recomendou que voos para a China não fossem restringidos, bem como voos saindo do país oriental.

A política de “abrace um chinês”, que levou a Itália ao caos devido ao COVID 19 parece ter sido desenhada pelo mesmo elemento, pois segundo F. William Engdahl, autor do relatório, o manda-chuva globalista fez diversos discursos ainda em janeiro deste ano contra a “estigmatização” da China, minimizando a responsabilidade da ditadura comunista na propagação de sua nova peste ao mundo e recomendou abertamente que voos para a China não fossem restringidos.

No Brasil, governadores dos estados, liderados por João Dória, de São Paulo, seguem as determinações da OMS, dirigida por Tedros, como se a entidade fosse um oráculo inquestionável, adotando medidas de coerção e limitação inconstitucionais das liberdades individuais das populações já acuadas dentro de suas casas por determinação da mesma OMS.

A autoridade máxima do Brasil é o Governo Federal, não a OMS, até porque a entidade não tem legitimidade – ninguém votou em Tedros Adhanom para governar o Brasil – , nem a menor credibilidade moral para indicar medidas de contenção a um vírus que ajudou a propagar.

Confira o relatório completo da Global Research neste LINK

Em
globalresearch.ca
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Redação Rádio MCI

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