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Ancine patrocina filme que atenta contra a soberania nacional na Amazônia

E quem paga a conta é você!

Recentemente, Angela Merkel, primeira-ministra alemã, quis cagar regra na cabeça de Bolsonaro sobre como devemos lidar com a Amazônia. O que ela não contou é que a Alemanha desmatou 100% de suas florestas, tão simbólicas na literatura medieval e nos contos de fada tradicionais daquele povo e organizados pelos irmãos Grimm. Além disso, aquele país utiliza o carvão e o petróleo como fonte de energia, o que polui muito mais o meio ambiente que nossas hidrelétricas.

Não por coincidência, o filme que representa o Brasil em um festival de cinema em Berlim é um documentário aprovado pela Ancine, portanto pago com nossos impostos, que mostra o Brasil como grande desmatados da floresta amazônica. A intenção claramente é fortalecer a narrativa de que o “pulmão do mundo” (sic) precisa de uma intervenção internacional, pois o Brasil não estaria dando conta do recado. Essa é a aposta dos porcos globalistas da ONU.

Preparem-se, pois mais cedo ou mais tarde nosso país precisará defender militarmente nossa natural soberania sobre nossa maior floresta!

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Davi Valukas

Davi Samuel Valukas Lopes nasceu no dia 06 de setembro de 1985, na cidade de Araraquara, no interior paulista. Filho de um trombonista, começou os estudos musicais no saxofone em 1996 na Congregação Cristã no Brasil, onde toca até os dias de hoje. Tornou-se instrutor musical na mesma igreja no ano de 2002, até o ano de 2016. Estudou piano clássico por quatro anos e guitarra blues por um ano. Ministrou oficinas de musicalização de 2009 a 2012 pela Secretaria Municipal de Cultura de Araraquara. Foi um dos fundadores de um projeto de musicalização infantil na periferia da cidade, no Jd. das Hortências, chamado Família Afro Son. Trabalhou na composição e interpretação da trilha sonora de espetáculos de dança junto com outros músicos de Araraquara. Mudou-se para Uberlândia, no Triângulo Mineiro, em 2012. Na cidade, ministrou aulas de saxofone e teoria musical, tocou um ano e meio na Jazz Band Ladário Teixeira e atua desde 2016 na área de Treinamento e Educação Corporativa. Monarquista convicto, é co-fundador do Círculo Monárquico de Uberlândia. É graduado em Gestão de Recursos Humanos.

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