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A inviabilidade de uma quarentena horizontal

O confinamento decretado por alguns governadores em decorrência da peste chinesa está condenando o país

O professor Olavo de Carvalho sempre utiliza o conceito de palavra-gatilho para definir o fenômeno contemporâneo das pessoas que se impressionam com o sentido emocional que determinada palavra tem, passando longe de seu sentido real e racional.

Por exemplo, quando falamos em fascismo ou em democracia, determinadas emoções tomam nossa mente e o sentido real de tais palavras é sistematicamente ignorado.

Pois bem, o mesmo ocorre com a palavra economia. A maioria de nós, gente moldada pela educação construtivista e pelo cínico sentimento coletivista, quando ouve tal palavra já imagina porcos de cartola e monóculo explorando os pobres coitados na base da pirâmide. Com isso, dizem que a economia não pode ser mais importante que a vida de milhões de pessoas.

O que esse pessoal não consegue atinar é que não há como dissociar a economia do restante da vida, incluindo os cuidados com a saúde e a higiene. Sem dinheiro circulando, vêm a desordem, a violência, a fome, enfim, o colapso social. Em suma, proteger os grupos de risco através de uma quarentena vertical enquanto o restante do país produz é a única forma de vencermos o problema sem criarmos um maior ainda.

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Davi Valukas

Davi Samuel Valukas Lopes nasceu no dia 06 de setembro de 1985, na cidade de Araraquara, no interior paulista. Filho de um trombonista, começou os estudos musicais no saxofone em 1996 na Congregação Cristã no Brasil, onde toca até os dias de hoje. Tornou-se instrutor musical na mesma igreja no ano de 2002, até o ano de 2016. Estudou piano clássico por quatro anos e guitarra blues por um ano. Ministrou oficinas de musicalização de 2009 a 2012 pela Secretaria Municipal de Cultura de Araraquara. Foi um dos fundadores de um projeto de musicalização infantil na periferia da cidade, no Jd. das Hortências, chamado Família Afro Son. Trabalhou na composição e interpretação da trilha sonora de espetáculos de dança junto com outros músicos de Araraquara. Mudou-se para Uberlândia, no Triângulo Mineiro, em 2012. Na cidade, ministrou aulas de saxofone e teoria musical, tocou um ano e meio na Jazz Band Ladário Teixeira e atuou na área de Treinamento e Educação Corporativa de 2016 a 2019. Monarquista convicto, é co-fundador do Círculo Monárquico de Uberlândia. É graduado em Gestão de Recursos Humanos e pós-graduado em Docência.

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