Guilherme Villani

A deprimente politização do tratamento do Coronavírus

Enquanto vidas se perdem pela falta de ação inicial no tratamento da peste chinesa, mídia mainstream e esquerdopatas lutam para privar a população de tratamentos já utilizados mundo a fora. 

Por Guilherme Galvão Villani

Não bastasse uma pandemia viral criada possivelmente dentro de um laboratório militar chinês, está sendo negado ao povo brasileiro tratamentos experimentais com medicações baratas e que já ocorrem em diversos países do mundo, ricos e pobres.

Primeiro, o trabalho sujo da mídia mainstream em classificar a Covid19 como uma doença altamente mortal e sem tratamento. Depois, a dificuldade do governo federal em estimular protocolos que estão sendo bem sucedidos em outros países.

Logo em março, já havia uma percepção clara de como a peste chinesa ceifava vidas. O coronavírus se multiplica no organismo, levando a um quadro hiper inflamatório. O vírus ataca principalmente a hemoglobina do sangue, diminuindo a capacidade de transporte de oxigênio e entupindo os pulmões com excesso de ferro do sangue.

Assim descoberto o mecanismo de atuação, nada mais natural tentar agir no estágio 1 da doença. Conter a atividade viral, melhorar o quadro imunológico (com o zinco por exemplo) para evitar a necessidade de oxigenação mecânica do indivíduo. (respiradores)

Dos estudos que li, me pareceu promissor o da hidroxicloroquina do médico e microbiologista Dr. Didier Raoult na França e com ivermectina, droga criada pelo Dr. Satoshi Omura, bioquímico japonês ganhador do Prêmio Nobel de Medicina em 2015.

Espalhado o pânico, o que temos no Brasil? 

Uma propaganda massiva para que as pessoas fiquem em casa e um estímulo governamental absurdo para gastos emergenciais com o estágio 3 da doença, quando há necessidade de leitos com respiradores mecanicos caríssimos (quando não superfaturados).

Como o #Fiqueemcasa pode ajudar a aumentar a imunidade de uma pessoa?

Como um indivíduo que não toma sol (vitamina D), não se alimenta direito, não faz exercícios, que começa a ter um quadro depressivo devido à angústia da ausência de vida social e passa a ter graves dificuldades econômicas pode estar forte o suficiente para enfrentar um vírus que ataca exatamente quem tem baixa imunidade?

O pior de tudo é negarem a tentativa de redução dos quadros iniciais da doença. Hidroxicloriquina e Ivermectina são drogas muito conhecidas. Obviamente, como qualquer medicamento, tem efeitos colaterais. Cabe ao médico investigar caso seja necessário adequar com outra droga mitigadora dos efeitos colaterais. 

É espantoso ver o número de países agindo nesta linha (atendimento precoce) e não fazermos nada. Não termos uma discussão minimamente séria de que o mais importante é aumentar a imunidade do indivíduo e reduzir a atividade viral logo no início da doença, assim evitar complicações do sangue e da oxigenação.

Segue uma lista de reportagens sobre como inúmeros países estão lidando com o Coronavirus.

Portugal: 

“Em declarações à Renascença a 27 de março, o bastonário da Ordem dos Médicos defendeu que os antivirais, como a hidroxocloroquina, têm tido efeitos positivos na recuperação de doentes com Covid-19 e pode evitar a necessidade de cuidados intensivos nos casos mais graves.”

https://rr.sapo.pt/2020/05/15/pais/covid-19-portugal-sem-casos-de-reacoes-adversas-a-hidroxicloroquina/noticia/192997/

Suíça:

“Apesar da polêmica, a droga é usada com abrangência, incluindo os dois maiores hospitais universitários, CHUV em Lausanne e HUG em Geneva.”

https://www.thelocal.ch/20200414/chloroquine-why-is-switzerland-using-this-controversial-drug-to-treat-covid-19-patients

Costa Rica:

“Estamos usando a hidroxicloriquina desde a reunião com o pessoal de Shanghai e Wuhan,” disse Mario Ruíz, médico diretor do SUS costa riquenho. 

Costa Rica using hydroxychloroquine for COVID-19 treatment


https://www.weforum.org/agenda/2020/05/costa-rica-winning-battle-coronavirus-covid-19/

Catar:

Ministra da Saúde do Qatar: ”Nós não estamos usando Remdesivir. Mas estamos usando um outro antiviral que se chama Hidroxicloroquina, e este remédio está sendo muito efeitivo aqui no Qatar.” Minuto 9:30 do vídeo.

Índia:

Dr Kapote disse que não houve mortalidade em um grupo de 4500 policiais que tomaram a hidroxicloriquina em prolifixia “Embora alguns do grupo tiveram Covid, tiveram apenas um quadro brando”

https://timesofindia.indiatimes.com/city/mumbai/toll-climbs-to-9-cops-on-hcqs-spared-the-worst/articleshow/75845670.cms 

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